6 mitos sobre o uso da tecnologia nas escolas

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O uso da tecnologia nas escolas é visto com certa resistência por muitas pessoas. Muitos acreditam que ela é prejudicial ao aprendizado e alguns mitos acabam impedindo a evolução do ensino nas instituições.

Descubra aqui alguns dos mitos mais comuns sobre o uso da tecnologia na educação e, na sequência, entenda de que forma ela pode ser benéfica para o aprendizado.

Substitui o professor

Por muito tempo, o professor foi um dos principais focos de informação para seus alunos.

Com a ampliação e o acesso facilitado aos recursos tecnológicos, os jovens atualmente estão em contato com diversas informações também por meio das novas tecnologias.

O professor, no entanto, não foi e não será substituído pela tecnologia. O seu papel tem sido transformado de forma a adequar-se a essa realidade digital. Hoje, o professor deve ser mediador das informações recebidas pelo aluno.

Ele deve auxiliar a leitura, interpretação e consolidação do conhecimento, para que os estudantes consigam buscar adequadamente as informações e tenham uma formação sólida em relação aos seus valores sociais, profissionais e éticos.

Aumenta o trabalho do professor

A princípio, educadores não capacitados devem, sim, esforçar-se para aprender a utilizar a tecnologia em sala de aula, visto que essa é uma necessidade real na educação.

No entanto, após esse processo inicial de aprendizado, a tecnologia terá efeito oposto, facilitando o ofício do educador e aumentando sua produtividade.

Uma aula em PowerPoint, por exemplo, apesar de demandar investimento de tempo para sua elaboração, poderá ser utilizada por alguns anos, substituindo efetivamente os minutos que o educador gastará para escrever as mesmas informações na lousa. Tudo que o você deverá fazer, no entanto, é manter os slides atualizados, quando necessário.

Professores mais velhos não conseguem se adaptar à tecnologia

Uma pesquisa americana realizada pela The Richard W. Riley College of Education and Leadership, da Universidade de Walden, mostrou que, de fato, professores mais jovens utilizam mais a tecnologia no dia a dia. No entanto, a idade do educador não pareceu influenciar na frequência de utilização dos recursos tecnológicos em sala de aula.

Deixa os alunos distraídos e preguiçosos

Tarefas que distraem os alunos são aquelas que destoam do seu ritmo de aprendizado, ou seja, que são excessivamente fáceis ou excessivamente complexas.

Por isso, utilizar as tecnologias envolve saber o nível de conhecimento dos alunos e adequá-lo às atividades propostas, de forma que elas estejam conciliadas às capacidades dos estudantes e agregando maior interesse e curiosidade pelos conteúdos.

Deixa os alunos “antissociais”

Muitos acreditam que a tecnologia afasta um aluno do outro e os alunos do professor. No entanto, se utilizada adequadamente, ela possibilita a colaboração entre os estudantes e o trabalho em equipe.

Dessa maneira, o contato ainda existe, porém de uma forma virtual (o que não deixa de representar uma maneira de socialização dentro e fora da sala de aula).

Tem efeito “analfabetizador”

A internet possui informações infundadas. Além disso, o aluno pode recorrer a dados prontos, deixar de “interpretar” e criar seus próprios pontos de vista, gerando um efeito “analfabetizador”. Certo? Mostramos para você que não é bem assim!

Se o professor é suficientemente capacitado para encontrar o ponto de equilíbrio entre a utilização correta da tecnologia e seu uso desregrado, ele consegue cumprir com suas responsabilidades e ser uma referência útil para seus alunos. É preciso ensinar aos alunos a buscar as informações em fontes confiáveis.

O uso da tecnologia nas escolas

A implantação da tecnologia nas escolas deve ser desmistificada. Ela permite diversos benefícios na educação, como:

  • atualiza os conhecimentos;
  • diversifica as metodologias de ensino;
  • promove mais engajamento dos alunos;
  • otimiza o tempo do professor e da gestão;
  • garante aulas mais atraentes e inovadoras;
  • desperta a curiosidade dos estudantes;
  • aumenta a interação entre os próprios alunos e entre os alunos e professor;
  • prepara futuros profissionais para o mercado de trabalho — que exige, atualmente, o uso contínuo e consciente da tecnologia.

Assim, a tecnologia nas escolas pode, sim, ser relevante. Por isso, deixe seus receios de lado, esteja aberto para o novo e busque aulas mais inovadoras e atraentes para seus alunos!

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