Vida virtual na educação

Ensino híbrido: entenda o conceito e utilize a ferramenta na escola

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Não tem mais como negar que a tecnologia tem transformado de forma crescente a nossa sociedade: segundo uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015 o número de internautas no Brasil ultrapassou 100 milhões de pessoas, aumentando em 7,1% a quantidade do ano anterior — uma taxa de crescimento impressionante.

Cabe àqueles que se interessam pelas metodologias de educação descobrir como utilizá-la para incentivar cada vez mais os estudantes, garantindo que eles possam otimizar sua maneira de aprender ao mesmo tempo que respeita sua individualidade.

Foi dessa busca que surgiu o ensino híbrido, um modelo que une tecnologia e aprendizado. Para saber mais sobre a metodologia e como ela pode ser aplicada, acompanhe o post!

Entenda por que o Minecraft entrou na grade curricular da Irlanda

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Os videogames já deixaram de ser somente brinquedos. Como se tornam cada vez mais sofisticados e realistas, começam também a oferecer novas oportunidades de compartilhamento de conhecimento. Afinal, o ambiente virtual pode dar vida a locais históricos, aproximar os alunos de conceitos abstratos e otimizar as habilidades de raciocínio deles. Este, por exemplo, é o caso do game Minecraft.

A vida em rede: sociedade conectada

Não é novidade que a internet modificou as relações sociais. Mudamos a nossa noção de poder e hierarquia, de público e privado e de produção e consumo. Já é possível comprar sem sair de casa, reivindicar por direitos sem sair do sofá, colaborar com pesquisas mundiais pela tela do computador, pois é, o quadrado é mágico mesmo, por meio da tela é possível estar em muitos lugares e se conectar a várias pessoas. Podemos dormir, mas continuamos acordados virtualmente, recebemos mensagens, conteúdos, ou seja, somos seres digitais e conectados.

Portanto, a tecnologia não é uma mera ferramenta ela muda toda uma concepção humana. Além de conectar as pessoas ela passou a conectar as coisas, tornou possível a comunicação simultânea, interativa e distributiva, isto é, a tecnologia conectando tudo o que existe. As geladeiras que já são capazes de pedir a comida que falta para o mercado virtual e rapidamente o produto é entregue em casa.

Como levar seus alunos ao outro lado do mundo com a vida virtual

O objetivo de todos os professores que participam do relatório tvve é: entender como melhorar cada vez mais a aprendizagem de seus alunos por meio dos recursos virtuais, mas caminho até este objetivo pode ser diferente. E muito. Malcon Doulgas é professor de japonês em Brasília. Ele passa por desafios pedagógicos que podem ser bem distintos dos de uma sala de aula convencional. Adaptando os recursos disponíveis a cada obstáculo que ele enxergou possibilidades de engajar os seus alunos para se superarem ao aprender uma língua que é tão distante da nossa.

No processo de entender a vida virtual de seus alunos ele percebeu o quanto as redes sociais poderiam motivá-los a aprender o significado de palavras desconhecidas. Ele percebeu que os alunos estavam constantemente conectados as suas redes. Segundo Malcon, “A internet dispõe de um leque de informações. Cabe ao professor escolher certos tipos de informações e aproximá-las do aluno de modo que ele tenha acesso a um texto, um dicionário virtual, a um plugin no navegador que eles percebem que possa ser útil”.

Vida virtual de aprendizagem já faz parte da rotina dos alunos do Colégio Ideal (Taguatinga – DF)

Com o objetivo de trazer informação das abordagens, métodos e técnicas pautadas nas tecnologias educacionais, além de evidenciar e inspirar o interesse das escolas brasileiras na quebra de paradigmas e no uso de dados na educação, o Relatório tvve ouviu a opinião do professor de Biologia do Colégio Ideal, João Martins, sobre o assunto.

O professor João Martins informa que já faz uso, informalmente, de algumas ferramentas digitais na instituição de ensino que fica localizada em Taguatinga, próxima a Brasília. “Fazemos testes on line pelo Classmarker, colocamos os vídeos no Youtube, compartilhamos arquivos pelo site do Google, temos uma conta de Twitter”, cita o professor João Martins.

A possibilidade de colocar tudo em um só local é muito boa, pois economiza tempo. Ele acrescenta que prefere especialmente a ferramenta que o QMágico disponibiliza, pois permite acompanhar se a evolução do estudante está adequada. “O maior uso foi pela simulação da nossa avaliação discursiva”, cita.