7 dicas para inovar na sala de aula

O padrão de ensino tradicional já não funciona bem. Vivemos em um período de transição, em que muitos professores sentem dificuldade em atender às necessidades da nova geração de alunos e inovar em sala de aula. De forma mais clara, estamos mudando de um modelo centralizador para um modelo colaborativo de ensino.

Os erros passam a ser um caminho para o acerto, e não o determinante entre o sucesso e o fracasso. A padronização do ensino é derrubada para dar espaço à personalização. Valorizaremos habilidades novas nos estudantes, como o pensamento crítico, a empatia, a comunicação, a liderança, a ética, entre outras, que são mundialmente conhecidas como competências do século 21.

O QMágico sabe muito bem de tudo isso. Lutamos para facilitar o trabalho do professor nessa transição. O computador, com um bom sistema educacional, é uma ótima ferramenta para transformar a sala de aula em um verdadeiro território da aprendizagem.

Porém, existem outros meios de inovar e que podem ser feitos sem o uso do computador. Usando a gamificação, podemos implementar essas grandes mudanças na educação que tanto queremos ao mesmo tempo que motivamos os alunos.

Gamificação é um termo que começou a ganhar popularidade em 2010, mas que já era utilizado de diversas formas há muitos anos. Trata-se da utilização de elementos e técnicas de jogos em contextos que não são jogos, com o propósito de aumentar a motivação das pessoas envolvidas e resolver os problemas dessa realidade. Não confunda jogos educacionais com gamificação. Introdução feita, vamos ao que interessa.

Resgatando a indispensável vontade de aprender

Uma geração conectada, interativa e que pede agilidade, exige do professor, além de profundo conhecimento dos conteúdos programáticos, um novo jeito de apresentá-los. Não quero que em nenhum momento nos afastemos da nossa missão como educadores, que, acima de qualquer coisa, é saber lidar com o humano. Mas hoje é o professor que tem de se questionar sobre os seus valores enquanto profissional e sobre como a educação pode criar oportunidades para suprir as lacunas de personalização do ensino.

Enxerguemo-nos como catalizadores de mudanças! Em qualquer momento da vida, a educação sempre estará relacionada aos nossos quereres mais viscerais que, por vezes, encontram-se distantes do que realmente acreditamos: nossos valores – o que nos faz pensar sobre o porquê de esse tema ser tão apaixonante e desafiador.

A escola, enquanto construção social, deve enxergar que uma nova era e que uma nova maneira de ensinar está em evidência. Os alunos sempre trazem à tona temas recentes, curiosidades e improvisação, o que por ora já é o bastante para desbancar as práticas atuais, tornando-as obsoletas.

Não há como resistir às mudanças e ao impacto das transformações do mundo moderno. Devemos trabalhar exponencialmente, fomentando uma participação mais ativa dos membros da escola e envolvendo-os em uma conversão cotidiana num espaço sem limites.

É com este conceito que vamos trabalhar adiante!

Deborah Calácia
Equipe QMágico

Sejam bem vindos

Há algumas semanas, estávamos em uma sala no QMágico discutindo um pouco sobre o que era realmente Educação para nós e qual seria a contribuição que queríamos deixar para o Brasil e para o Mundo. Nesta sala, as paredes são azuis e há rascunhos coloridos de um cenário do “Mario Bros” – um ambiente preparado para criar, criar e criar.

A nossa conclusão foi simples e objetiva: Educação não é um processo, Educação é uma arte; a arte de guiar para as descobertas do mundo, a descoberta do ensinar e a descoberta do aprender. Ao olhar para o lado e ler a nossa Missão, tudo fez sentido. Transformar o Ensinar para que cada pessoa se apaixone pelo Aprender.

Temos Aprendido bastante desde maio de 2011, quando a ideia do QMágico, ou a ideia de criar algo transformador para a Educação, surgiu. Aprendemos que o Ensinar ou o Aprender é tão criativo que cada pessoa acaba criando o seu. Cada escola, por sua vez, acaba definindo as suas crenças e os seus valores diante de tudo isso. O seu. Isso não saiu da nossa mente até hoje. O seu. Cada um acaba criando o seu. O seu método de ensinar, a sua maneira de aprender, as suas crenças, o seu sonho.