Educação

Atividades educativas extraclasse: como inovar e integrar a família?

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As atividades educativas extraclasse se baseiam em situações de aprendizagem criadas pelo professor para aumentar a possibilidade de que os estudantes tenham contato com os conteúdos debatidos em sala de aula e possam atingir seus objetivos educacionais.

É importante, para o aluno, rever os conceitos — que, muitas vezes, não são fáceis de assimilar apenas com explicações — e aprender na prática, principalmente com o auxílio da tecnologia. Dessa forma, ele pode descobrir novas dúvidas e levá-las para a escola.

Com as atividades educativas extraclasse é possível, ainda, envolver a família no processo de educação dos filhos. Os pais podem ajudá-los ou incentivá-los a estudar, gerando mais comprometimento com a formação do jovem.

Pensando nisso, preparamos este artigo para que a sua escola saiba como inovar e implementar ações que integrem família e escola. Boa leitura!

Amplie as experiências

A implementação de atividades educativas extraclasse aumenta o contato do aluno com as disciplinas e auxilia na consolidação do conhecimento. Não existe um método mais eficiente para o aprendizado — é preciso testar e instituir aquele que gerar melhores resultados.

Inovar e oferecer atividades descontraídas e divertidas pode motivar os estudantes e fazer com que eles melhorem seus desempenhos. Para isso, é possível contar com exercícios simples, como jogos educativos, aplicativos e outras ferramentas tecnológicas lúdicas que ampliem a experiência dos alunos com o conteúdo trabalhado em sala.

Equilibre o conteúdo

O conteúdo ensinado na sala de aula precisa estar balanceado com as atividades que devem ser realizadas em casa. É fundamental lembrar que os itens são complementares e que o aluno precisa mesclar o aprendizado presencial com o online.

Nesse caso, é possível aplicar o conceito da sala de aula invertida — muito presente no Ensino Híbrido. Para isso, o educador entrega o conteúdo para seus alunos estudarem em casa e eles trazem suas dúvidas para a escola. Dessa forma, o professor passa a ser um mediador, promovendo debates sobre o assunto e, consequentemente, deixando as aulas mais dinâmicas.

Faça atividades educativas extraclasse online

Já existem plataformas que complementam os assuntos estudados em sala de aula e permitem a realização de provas, exercícios, simulados e deveres de casa. Isso gera economia no tempo do professor, que não precisará corrigir todas as atividades manualmente, e garante um melhor controle da evolução do aluno no dia a dia.

As atividades educativas online aumentam o engajamento da turma e podem ser realizadas em qualquer lugar, por meio de computadores, tablets ou smartphones — aparelhos que já fazem parte da realidade dos jovens.

Aproxime a família da escola

Pais e responsáveis precisam ser orientados a participar do dia a dia escolar dos filhos. Para isso, a tecnologia pode ser novamente usada. A escola pode enviar o cronograma e os avanços de cada estudante por e-mail.

Eventos culturais são boas formas de aproximar a família da escola e apresentar os trabalhos que estão sendo realizados para os pais. Feiras de ciências, teatros, festas, exposições e reuniões são ótimas maneiras de engajar os responsáveis.

Como você pôde ver, é fundamental planejar atividades educativas extraclasse simples, que associem os temas estudados com a realidade do aluno e instiguem a sua curiosidade. Além disso, é preciso envolver a família na educação dos filhos, incentivando que eles acompanhem, apoiem e estimulem suas habilidades — como a resiliência e a perseverança.

Se você gostou do nosso conteúdo, complemente a leitura e entenda como debates na sala de aula podem cativar os alunos!

Avaliação Nacional da Educação Básica: entenda detalhes do que ela prevê

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A Avaliação Nacional da Educação Básica (ANEB) faz parte do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), que inclui a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) e a Avaliação Nacional de Rendimento Escolar (ANRESC) — também conhecida como Prova Brasil.

O SAEB tem o objetivo de produzir dados para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Essas informações permitem elaborar políticas públicas mais acertadas e fornecer aos educadores e aos gestores documentos realistas e confiáveis para que eles possam desenvolver projetos pedagógicos de acordo com as suas realidades.

Continue a leitura e entenda melhor o que prevê a Avaliação Nacional da Educação Básica!

Quais são os objetivos e metas da Avaliação Nacional da Educação Básica?

A ANEB é aplicada a cada dois anos, por amostragem, aos alunos do 5° e 9° anos do Ensino Fundamental de escolas públicas e privadas urbanas e rurais, e da 3ª série do Ensino Médio de escolas públicas.

Ela possibilita obter resultados sobre a performance de equipes de estudantes organizados em grupos amostrais. Seu objetivo principal é avaliar a equivalência, a eficiência e a qualidade da educação brasileira.

O exame consiste em provas objetivas e questionários que compreendem duas áreas do conhecimento: Língua Portuguesa e Matemática. A análise da educação é feita confrontando os resultados bienais com as metas estabelecidas, avaliando se os objetivos traçados estão sendo cumpridos.

Tais metas são planejadas de acordo com o país como um todo, com as unidades da federação e com os municípios. O plano é que cada setor evolua rápido o suficiente para fazer com que o país alcance o nível educacional médio das nações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) — classificado como alto e satisfatório.

Qual é a diferença entre a ANEB e a Prova Brasil?

A ANEB e a Prova Brasil são complementares e empregam os mesmos instrumentos avaliativos em escolas com mais de dez alunos matriculados. Além disso, elas são aplicadas com a mesma periodicidade.

A Prova Brasil é uma avaliação censitária que, a partir de 2017, passou a englobar alunos do Ensino Médio da rede privada. A principal diferença é que a ANEB abrange as escolas e alunos de forma amostral — ou seja, somente parte dos estudantes participa dos exames.

Quais são as mudanças que envolvem as escolas particulares?

Além da inclusão das escolas privadas na avaliação da Prova Brasil, algumas mudanças envolvem a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) — que foi incorporada à Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM).

Para incentivar o estudo da Matemática em todo o Brasil, o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) mudou o formato da OBMEP e passou a englobar as escolas particulares no exame. O objetivo é proporcionar a todas as escolas a possibilidade de descobrir jovens talentosos e melhorar o ensino.

Os resultados da Avaliação Nacional da Educação Básica não possuem natureza eliminatória ou classificatória para os alunos. Dessa forma, a melhor maneira de preparar a sua escola para a avaliação é por meio de um ensino de qualidade. Além disso, é importante trabalhar a conscientização de toda a comunidade escolar a respeito da importância e relevância do exame.

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Como usar tecnologia para contornar a dificuldade de aprendizagem? Saiba mais!

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A tecnologia pode ser uma grande aliada para entender a dificuldade de aprendizagem do aluno e buscar soluções para reverter esse quadro. Mais que isso, as ferramentas ajudam a acompanhar se a nova abordagem pedagógica está trazendo resultados reais.

Nesse cenário, podemos destacar o big data como um grande auxiliar no acompanhamento virtual de todo o ensino. Basicamente, essa tecnologia pode ser definida como uma grande quantidade de informações e dados importantes que precisam de um sistema para interpretá-los. Essa ferramenta permite acessar dados específicos, relacioná-los e analisá-los, de forma a auxiliar o trabalho em sala de aula.

Continue a leitura e entenda como a tecnologia pode ajudar a contornar as dificuldades de aprendizagem!

Inclua toda a comunidade escolar

Contar com o apoio de toda a comunidade escolar durante o processo de adoção da tecnologia na escola é essencial. Para professores e gestores conseguirem coletar os dados necessários para as avaliações é importante que eles recebam treinamentos e instruções a fim de deixá-los seguros com os novos recursos.

A tecnologia ajuda a perceber quais ações dos estudantes estão diretamente ligadas ao seu maior desempenho e aumento das notas. Por outro lado, permite entender quais diminuem sua performance. Assim, os educadores podem entender quais práticas precisarão adotar na sala de aula para envolver todos os alunos nos novos processos de aprendizado.

Além disso, é possível mapear quais alunos estão mais propensos a desistir dos estudos e buscar envolver os pais na vida acadêmica dos filhos, a fim de promover melhorias na educação.

Entenda a demanda dos alunos de modo personalizado

A tecnologia permite analisar o aluno individualmente e compreender os fatores que dificultam aprendizagem. Dessa forma, em vez de passar o mesmo conteúdo e realizar a mesma avaliação com a turma inteira, é possível indicar questões específicas para cada um.

Por meio dos relatórios emitidos pelo programa, o professor pode personalizar a sua intervenção, indicando videoaulas, atividades extras ou oficinas de reforço — tudo de acordo com as possibilidades e necessidades de cada estudante.

Assim, alunos que apresentam mais dificuldades se sentem capazes de aprender e alunos que estão mais avançados na matéria não ficam desmotivados com as aulas e com a falta de desafios.

Mapeie os problemas de cada turma

Além das informações individuais, é possível fazer um mapeamento mais generalizado e entender os problemas de cada turma. O monitoramento contínuo permite que o professor realize intervenções mais acertadas e que os alunos se mantenham engajados.

Com os números consistentes e feedbacks detalhados que o big data gera, o professor consegue preparar as próximas aulas visando reforçar os conteúdos que geram mais dificuldade em cada sala de aula.

Após a implementação da tecnologia na escola é preciso acompanhar a adaptação dos professores e dos alunos. Dessa maneira, a instituição pode sanar todas as resistências e obstáculos que surgirem.

Por meio da tecnologia o educador consegue traçar um perfil apurado e entender a dificuldade de aprendizagem de cada aluno, prever sua trajetória e sugerir caminhos para que a prática pedagógica atenda às necessidades de cada turma.

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Entenda os benefícios de um sistema de gestão escolar

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Administrar uma escola é um trabalho árduo para o gestor. São inúmeros os desafios, como motivar alunos e professores, evitar a evasão, gerir gastos e investimentos, incentivar a participação dos pais e responsáveis, entre muitos outros.Trabalhar com  uma ferramenta que colabore na gestão é essencial para o sucesso da escola.

Um sistema de gestão escolar é um instrumento que garante a organização e otimização dos processos da instituição, o que permite que ela possa crescer e melhorar a qualidade do ensino. Por isso, a Wpensar está aqui hoje para contar sobre os benefícios de ter um sistema de gestão, vamos conferir?

Para a gestão pedagógica

Organização é a base da excelência, por isso uma boa gestão pedagógica é fundamental para o bom funcionamento de uma instituição de ensino. Elabore pautas para as próximas reuniões pedagógicas e construa com sua equipe um ambiente funcional e bem planejado.  Lidar com boletins, históricos, frequências e organização de planos e salas de aula é um desafio antigo das escolas, mas a informatização da gestão está cada vez mais perto de deixar esse problema no passado.

Conheça os principais benefícios:

  • Permite o controle de presença, faltas e abonos
  • Possibilita o lançamento de notas e a geração de boletins e históricos
  • Auxilia no controle de plano de aula
  • Disponibiliza materiais para turmas pelo acesso do professor
  • Possibilita o controle de organização de salas de aula
  • Garante acesso às fichas individuais com informações relevantes de cada aluno, além do controle de rendimento por turma

 

Para a gestão financeira

Uma gestão financeira de qualidade garante a organização da renda, a priorização dos gastos e a distribuição inteligente do orçamento da instituição para que todos os setores tenham as suas demandas solucionadas.

Com isso, um sistema de gestão de qualidade:

  • Garante o controle de fluxo financeiro e auxilia no combate à inadimplência
  • Gera relatórios de cobranças, parcelas, recebimentos e extrato bancário
  • Permite estornar pagamentos duplicados
  • Possibilita a homologação de contas e cobranças bancárias
  • Facilita o envio do arquivo Remessa ao banco

Para a gestão administrativa

Garantir uma boa gestão administrativa é um passo essencial para assegurar uma gestão pedagógica e financeira de qualidade. O impacto de uma administração organizada e bem planejada é sentido dentro e fora de sala de aula, pois propicia um ambiente funcional, onde demandas são solucionadas e a escola caminha somente para frente.

Existem diversas possibilidades dentro de um sistema de gestão com qualidade, como:

  • A geração de relatórios administrativos
  • Automatiza o controle de entrada e saída de alunos na portaria
  • Facilita o gerenciamento e cadastro de colaboradores
  • Proporciona o controle de biblioteca
  • Facilita o envio de documentos administrativos para colaboradores, pais e alunos

O que buscar em um Sistema de Gestão?

Com um Sistema de Gestão Escolar, o gestor pode dedicar seu foco na educação dos estudantes e nas questões relacionadas à melhorias na qualidade de ensino da escola, deixando a rotina escolar mais produtiva e a aproximando os pais do dia-a-dia escolar dos alunos. Isso permite o acompanhamento do desempenho dos estudantes e gera relatórios que auxiliam na criação de planos de ação mais efetivos.

Opte por um sistema que integre e informatize as áreas de gestão de sua escola. Um sistema integrado garante um funcionamento orgânico e simultâneo de todos os setores, o que facilita a organização e, consequentemente, o planejamento da instituição.

 

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Caio Hermes é produtor de conteúdos da WPensar, empresa que desenvolve tecnologias para potencializar a gestão e transformar a educação no brasil.  

Como avaliar diferentes competências e habilidades na educação?

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Com as novas demandas do século XXI e a possibilidade que os jovens têm de se tornarem protagonistas do seu próprio desenvolvimento, as escolas começam a focar, inclusive, na preparação para situações do cotidiano. É preciso desenvolver novas competências e habilidades na educação e não ignorar as necessidades sociais e emocionais de cada indivíduo.

Além dos aspectos cognitivos, a avaliação das diferentes aptidões do estudante é uma etapa essencial durante o processo educativo. Ela ajuda a reconhecer obstáculos, priorizar objetivos e planejar novas ações ao longo da trajetória escolar de forma prática e efetiva.

Dessa maneira, preparamos este artigo para que você possa entender como avaliar seus alunos por meio de novas competências. Boa leitura!

O que são competências e habilidades na educação?

Com as disciplinas e conteúdos apresentados na sala de aula, o aluno adquire conhecimento e desenvolve habilidades para tornar-se capaz de relacionar informações, compreender fenômenos, analisar situações-problemas e sintetizar dados.

Entretanto, muito além das habilidades tradicionais, é preciso colocar em prática atitudes e desenvolver competências para controlar emoções, demonstrar empatia e resiliência, manter relações sociais positivas para tomar decisões de forma responsável e conseguir alcançar seus objetivos.

Com essa abordagem, a escola pode elaborar práticas pedagógicas que sejam mais justas e eficazes. A forma como o aluno conduz suas relações e responsabilidades está relacionada com a sua capacidade de conviver e resolver situações do dia a dia. O objetivo da educação é trazer uma formação integral, que não se restringe apenas à propagação de conteúdos.

Quais desenvolver em sala de aula?

Um estudo realizado pela Dell Technologies e publicado em 2017 mostrou que 85% das profissões exercidas em 2030 ainda não foram inventadas. Isso mostra que as escolas precisam, cada vez mais, preparar seus alunos para um novo panorama.

Confira algumas habilidades e competências socioemocionais que podem ser desenvolvidas em sala de aula:

  • empreendedorismo: incentiva o indivíduo a ir atrás dos seus interesses profissionais, criando estratégias, assumindo riscos e, consequentemente, aprendendo com seus próprios erros;
  • pensamento crítico: ensina a ler e interpretar cenários, criar estratégias e debater ideias em diferentes situações;
  • resiliência: importante para fortalecer em momentos de grandes mudanças e ensinar a não desistir ao se deparar com problemas difíceis até encontrar uma solução;
  • colaboração: orienta a desenvolver tarefas em equipe e a conviver com diferentes opiniões, perfis e métodos de trabalho.

Quais as melhores formas de avaliação?

Avaliar diferentes habilidades e competências é importante para orientar o aluno a respeito da importância desse desenvolvimento e seu impacto no desempenho escolar. Além disso, os dados provenientes dessas análises ajudam professores e gestores a desenvolverem práticas pedagógicas mais personalizadas.

A avaliação deve ser um processo contínuo, com diagnóstico, análise e parecer dos pontos positivos e pontos de melhoria. É interessante criar grupos com os alunos para avaliar suas evoluções e rodas de conversa com os pais para discutir os resultados.

Já existem plataformas, como o QMágico, que auxiliam o professor durante o acompanhamento da evolução dos alunos. Essa tecnologia permite uma avaliação eficiente e rápida das habilidades desenvolvidas pelos estudantes em sala de aula.

Use a interdisciplinaridade

Avaliações interdisciplinares são mais estimulantes e motivadoras. As habilidades trabalhadas devem fazer parte do cotidiano, com um caráter amplo e conectado. Essa avaliação pode ser feita estimulando a cooperação entre os estudantes e analisando sua capacidade de desenvolver relacionamentos interpessoais, sempre respeitando as diversidades dos indivíduos da turma.

Faça autoavaliação

Estimule os alunos a refletir sobre suas mudanças pessoais e a avaliar se os seus objetivos estão sendo alcançados. Se não estiverem, incentive-os a buscarem maneiras de superar suas próprias dificuldades.

Forneça feedbacks

Faça comentários sobre o desenvolvimento do estudante. Seja claro e incentive o aluno a melhorar cada dia mais. Aponte, inclusive, seus pontos positivos, para gerar autoconfiança. Lembre-se de que a função do professor é orientar e instruir a aprendizagem, mas sem apontar as soluções definitivas.

O aprendizado deve considerar a construção do aluno enquanto sujeito transformador do mundo a sua volta. Desenvolver novas competências e habilidades na educação é fundamental para preparar os jovens para carreiras cada vez mais desafiadoras e exigentes.

Por fim, não deixe de complementar a leitura e confira qual a importância e como realizar uma avaliação diagnóstica na sua escola!