Educação

Como avaliar diferentes competências e habilidades na educação?

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Com as novas demandas do século XXI e a possibilidade que os jovens têm de se tornarem protagonistas do seu próprio desenvolvimento, as escolas começam a focar, inclusive, na preparação para situações do cotidiano. É preciso desenvolver novas competências e habilidades na educação e não ignorar as necessidades sociais e emocionais de cada indivíduo.

Além dos aspectos cognitivos, a avaliação das diferentes aptidões do estudante é uma etapa essencial durante o processo educativo. Ela ajuda a reconhecer obstáculos, priorizar objetivos e planejar novas ações ao longo da trajetória escolar de forma prática e efetiva.

Dessa maneira, preparamos este artigo para que você possa entender como avaliar seus alunos por meio de novas competências. Boa leitura!

O que são competências e habilidades na educação?

Com as disciplinas e conteúdos apresentados na sala de aula, o aluno adquire conhecimento e desenvolve habilidades para tornar-se capaz de relacionar informações, compreender fenômenos, analisar situações-problemas e sintetizar dados.

Entretanto, muito além das habilidades tradicionais, é preciso colocar em prática atitudes e desenvolver competências para controlar emoções, demonstrar empatia e resiliência, manter relações sociais positivas para tomar decisões de forma responsável e conseguir alcançar seus objetivos.

Com essa abordagem, a escola pode elaborar práticas pedagógicas que sejam mais justas e eficazes. A forma como o aluno conduz suas relações e responsabilidades está relacionada com a sua capacidade de conviver e resolver situações do dia a dia. O objetivo da educação é trazer uma formação integral, que não se restringe apenas à propagação de conteúdos.

Quais desenvolver em sala de aula?

Um estudo realizado pela Dell Technologies e publicado em 2017 mostrou que 85% das profissões exercidas em 2030 ainda não foram inventadas. Isso mostra que as escolas precisam, cada vez mais, preparar seus alunos para um novo panorama.

Confira algumas habilidades e competências socioemocionais que podem ser desenvolvidas em sala de aula:

  • empreendedorismo: incentiva o indivíduo a ir atrás dos seus interesses profissionais, criando estratégias, assumindo riscos e, consequentemente, aprendendo com seus próprios erros;
  • pensamento crítico: ensina a ler e interpretar cenários, criar estratégias e debater ideias em diferentes situações;
  • resiliência: importante para fortalecer em momentos de grandes mudanças e ensinar a não desistir ao se deparar com problemas difíceis até encontrar uma solução;
  • colaboração: orienta a desenvolver tarefas em equipe e a conviver com diferentes opiniões, perfis e métodos de trabalho.

Quais as melhores formas de avaliação?

Avaliar diferentes habilidades e competências é importante para orientar o aluno a respeito da importância desse desenvolvimento e seu impacto no desempenho escolar. Além disso, os dados provenientes dessas análises ajudam professores e gestores a desenvolverem práticas pedagógicas mais personalizadas.

A avaliação deve ser um processo contínuo, com diagnóstico, análise e parecer dos pontos positivos e pontos de melhoria. É interessante criar grupos com os alunos para avaliar suas evoluções e rodas de conversa com os pais para discutir os resultados.

Já existem plataformas, como o QMágico, que auxiliam o professor durante o acompanhamento da evolução dos alunos. Essa tecnologia permite uma avaliação eficiente e rápida das habilidades desenvolvidas pelos estudantes em sala de aula.

Use a interdisciplinaridade

Avaliações interdisciplinares são mais estimulantes e motivadoras. As habilidades trabalhadas devem fazer parte do cotidiano, com um caráter amplo e conectado. Essa avaliação pode ser feita estimulando a cooperação entre os estudantes e analisando sua capacidade de desenvolver relacionamentos interpessoais, sempre respeitando as diversidades dos indivíduos da turma.

Faça autoavaliação

Estimule os alunos a refletir sobre suas mudanças pessoais e a avaliar se os seus objetivos estão sendo alcançados. Se não estiverem, incentive-os a buscarem maneiras de superar suas próprias dificuldades.

Forneça feedbacks

Faça comentários sobre o desenvolvimento do estudante. Seja claro e incentive o aluno a melhorar cada dia mais. Aponte, inclusive, seus pontos positivos, para gerar autoconfiança. Lembre-se de que a função do professor é orientar e instruir a aprendizagem, mas sem apontar as soluções definitivas.

O aprendizado deve considerar a construção do aluno enquanto sujeito transformador do mundo a sua volta. Desenvolver novas competências e habilidades na educação é fundamental para preparar os jovens para carreiras cada vez mais desafiadoras e exigentes.

Por fim, não deixe de complementar a leitura e confira qual a importância e como realizar uma avaliação diagnóstica na sua escola!

Itinerário pedagógico: como a tecnologia ajuda no mapeamento de dificuldades?

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A importância da tecnologia na educação atual é incontestável — ela agrega conhecimento, engaja, permite uma nova forma de ensinar e desperta o interesse dos alunos. Além do mais, inovar também permite traçar um itinerário pedagógico que mapeia dificuldades e apresenta soluções mais eficientes para os problemas encontrados.

Pensando nisso, neste artigo, mostraremos como a tecnologia pode auxiliar na definição de temas que são tratados na sala de aula. Boa leitura!

O uso da tecnologia no mapeamento das dificuldades

O primeiro passo para começar a aplicar a tecnologia com o objetivo de trabalhar as dificuldades de cada aluno é mapear quais são esses pontos. Após a realização desse mapeamento, fica mais fácil agir estrategicamente para que as mudanças gerem efeitos positivos.

Para isso, é preciso iniciar realizando uma pesquisa com os alunos para entender quais são as suas principais demandas. Também é possível observar, em sala de aula, quais são as maiores dificuldades do dia a dia da turma.

Além disso, critérios como a motivação, a falta de concentração, o desinteresse, a dificuldade de acesso à escola, entre outros, também devem ser avaliados.

O que trabalhar após a implementação

A partir dessa investigação, é preciso avaliar quais são os recursos disponíveis — só assim será possível definir aqueles que melhor atendem a essas necessidades. Após esse ponto, é possível traçar planos em médio e longo prazos que visam a trazer melhorias para a vida do estudante.

Assim, quando a tecnologia for aplicada na classe, é muito importante que haja um acompanhamento para verificar a adaptação dos alunos e dos professores, a fim de tentar corrigir possíveis falhas, dificuldades e resistências iniciais.

O monitoramento constante deve ocorrer para prevenir problemas e assegurar que as ferramentas continuarão sendo usadas da forma correta. Além disso, é imprescindível avaliar continuamente os resultados alcançados para seguir avançando.

A importância de estabelecer um itinerário pedagógico com o uso da tecnologia

Professores que sabem aproveitar os benefícios da tecnologia conseguem se conectar com a realidade dos alunos e atuar de forma mais atraente — tendo em vista que, ao utilizar a inovação de maneira contextualizada, ele consegue aproximar a rotina escolar daquilo que o estudante já está acostumado fora da sala de aula.

Outro ponto importante é que o tempo de aula passa a ser otimizado. Com as ferramentas corretas, o professor consegue resolver dúvidas de maneira simples e aumentar a motivação, o interesse e resgatar estudantes dispersos.

A tecnologia também ajuda a nivelar a turma. Como elas são capazes de apontar o desempenho escolar coletivo, o professor visualiza melhor os problemas e pode definir atividades exclusivas para alunos com maiores dificuldades em adquirir conhecimento. Dessa forma, as novas tecnologias chegam para diminuir os empecilhos que prejudicam o progresso do indivíduo.

Entender o itinerário pedagógico e realizar um bom mapeamento das dificuldades dos alunos na sala de aula é fundamental para melhorar o ensino. Por isso, pesquisar e experimentar novas ferramentas ajuda a descobrir formas mais efetivas de ensinar.

Se você busca uma plataforma que complemente o dia a dia do professor em sala de aula e permite que ele acompanhe a evolução dos seus alunos nos estudos, entre em contato conosco e descubra como podemos ajudá-lo!

O que é educação baseada em evidências?

 

O que sabemos a respeito do que realmente funciona em educação, para além da percepção dos educadores e mitos que circulam dentro das instituições de ensino? Para elucidar essa questão, hoje, a Tuneduc vai te ajudar a compreender como a educação baseada em evidências pode nos levar para longe das crenças comuns que rondam escolas e políticas públicas.

 

Educação baseada em evidência

A educação baseada em evidências apresenta conclusões científicas para tomada de decisão em temas centrais da educação, por meio de estudos sólidos e instrumentos estatísticos. Ou seja, usa-se pesquisas, análises de causa-efeito, tratamento de dados e principalmente dados de avaliações (internas ou externas) para justificar mudanças e melhorias no âmbito escolar.

É importante lembrarmos que a internet abriu espaço para uma infinidade de novos dados e seu uso qualificado para ofertas mais adequadas – dos produtos que são oferecidos a você por meio de publicidade aos filmes que o Netflix te sugere. O campo dos negócios e da propaganda já é data driven, ou seja, guiado por dados. Nos próximos parágrafos, vamos explicar por que sua escola também deveria ser.

Nos últimos anos, diversos pesquisadores desenvolveram estudos e ferramentas que servem de subsídio para embasar decisões em nível macro, com a elaboração de políticas públicas, ou em micro, auxiliando as práticas pedagógicas de sala de aula.    

Todas essas camadas de evidências e estudos permite que  professores, gestores e responsáveis pelas políticas em educação tomem decisões bem fundamentadas e com maior chance de produzir impacto positivo na aprendizagem dos alunos, na escola e no bom uso de recursos para a educação.

Na prática

Quantas vezes você já ouviu falar que turmas menores aumentam o desempenho dos alunos? Mas será que essa afirmação se sustenta se analisarmos dados de desempenho comparando turmas, séries, períodos e demais fatores envolvidos no ambiente escolar? E se você diminuir todas as turmas da sua escola e perceber que, diferente do óbvio, seus alunos tiveram desempenho pior?

Outro bom exemplo, agora aplicado à gestão estratégica, são as instituições que usam dados e evidências para potencializar a captação de alunos, tornando esse processo muito menos doloroso.

Ao invés de fazer publicidade sobre a escola em qualquer lugar, essas instituições mapeiam bairros com crianças em idade escolar compatível com o ciclo que ela atende e renda familiar adequada ao valor da mensalidade. Debruçar-se sobre os dados de migração de alunos (com atenção especial às séries com evasão e escolas concorrentes) também é essencial para usar dados para mitigar a saída de alunos da sua instituição.

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Hoje existem plataformas que utilizam dados público do Censo Escolas e Censo populacional que sistematizam e fornecem essas informações, por exemplo, o GeoEscola. Esse tipo de ferramenta é essencial para gestores e mantenedores que queiram iniciar uma gestão baseada em evidências.

Conclusão

Como disse o físico William Thomson, “Aquilo que não se pode medir, não se pode melhorar”. Sua mensagem é clara: quando não conseguimos medir um fenômeno (que pode ser o desempenho dos alunos, a eficiência de uma campanha de marketing ou os benefícios da adoção de certa metodologia na escola, por exemplo), não é possível “melhorar” nada. Se o balizador dessa melhora é apenas o nosso “achismo”, é sempre mais difícil (e duvidoso) avaliar a qualidade das nossas decisões. Por isso, cada vez mais escolas têm utilizado indicadores e dados para embasar sua tomada de decisões.

Amanda Bozza faz parte de equipe de marketing da Tuneduc.

Tudo o que você precisa saber sobre reforço escolar

Desenvolver planos de ensino, planejar aulas, ensinar para diversas turmas, manter-se atualizado, elaborar e corrigir provas e trabalhos: com tantas atribuições, será que sobra algum tempo para que o professor dê conta de tudo isso e ainda consiga ajudar com as dificuldades de cada aluno? Dificilmente, não é mesmo? É nesse momento que o reforço escolar surge como uma solução!

O reforço escolar é muito indicado para dar ao estudante o apoio do qual ele precisa para superar as suas limitações e, assim, apresentar um melhor desempenho escolar. Esse desempenho reverbera também no futuro: em concursos, vestibulares ou mesmo na sua vida acadêmica. Afinal, identificadas as dificuldades e desenvolvidas estratégias personalizadas, os benefícios serão colhidos tanto a curto, quanto a médio e longo prazo.

Quer conhecer melhor os benefícios de recomendar o reforço escolar para os estudantes da sua escola? Confira a seguir!

O que é o reforço escolar?

Muitas vezes visto como um mero complemento, o reforço é mais do que isso: é uma etapa fundamental no aprendizado do estudante. Todavia, principalmente para aqueles que não conseguem acompanhar o ritmo de uma turma na apropriação dos conteúdos e apresentam desempenho inferior ao de seus colegas.

Quando isso acontece, por mais eficiente que seja a didática de um professor ou seu empenho em sala de aula para que todos aprendam da mesma forma, é somente com atenção individual e planos de estudo específicos que esse aluno será capaz de se equiparar à turma. Para isso, o reforço pode ser providenciado pelos pais, ao contratarem professores particulares; ou pelas escolas, que também podem providenciar aulas extras voltadas para grupos menores.

Qual é a sua importância?

O reforço escolar é capaz de dar ao aluno um ensino mais direcionado e condizente com suas habilidades e, principalmente, com as dificuldades que ele apresenta. Assim, por meio dele, têm-se condições favoráveis para agregar ainda mais conhecimento, visto que se diferenciam muito de uma sala de aula normal.

Por exemplo, um ambiente com vários alunos e, possivelmente, rodeado por acontecimentos (conversas durante a aula e interrupções) podem servir como elementos facilitadores para a distração. Essas situações são, então, contornadas pelo reforço.

Quais são os benefícios?

Ao lidar com uma turma e a tarefa de ensinar muitos estudantes ao mesmo tempo, é praticamente impossível para um professor individualizar suas lições, ou seja, trabalhar com um aluno de cada vez. Consequentemente, as múltiplas personalidades — suas forças e fraquezas — são desconsideradas no processo.

Por exemplo, há alunos com dificuldade de organização. Nesses casos, o reforço auxilia a partir do momento em que o professor é capaz de elencar as necessidades do aluno e montar um cronograma de estudos a ser desenvolvido em conjunto.

Além disso, ainda que os professores insistam no fato de que toda dúvida deve ser tirada, há os alunos mais introspectivos que podem se silenciar por vergonha e esconder que não entenderam algo e que precisam de ajuda. Mais uma vez, no reforço, o estudante pode ser beneficiado em meio a um contexto que o faz se sentir mais à vontade.

Deve-se considerar, ainda, o fato de que há pessoas que tiram melhor proveito de leituras e conteúdos visuais, enquanto outras aprendem mais facilmente em contato com conteúdos transmitidos oralmente. Assim como há as que se identificam mais com cálculos e lógica, e outras com ciências ou história. Logo, mapear essas aptidões e desenvolver estratégias conectadas a elas — além de planos de estudo sob medida — torna-se uma tarefa mais fácil por meio do reforço.

Como identificar a necessidade?

Além da queda no desempenho medido pelas notas em exames, os professores também devem ficar atentos ao comportamento dos estudantes em sala de aula e fora dela. Veja alguns indícios que podem ajudar a identificar a necessidade de reforço:

  • perda de interesse pelas aulas;
  • desorganização e não cumprimento de prazos e tarefas;
  • esquecimento frequente de materiais;
  • necessidade de chamar a atenção;
  • falta de confiança e baixa autoestima.

Vale destacar, também, que nem sempre o motivo pela piora do desempenho escolar se deve à dificuldade de absorver o conteúdo. Afinal, aqueles que possuem aptidões acima da média podem se frustrar da mesma forma diante de aulas que não os desafiem, por exemplo, perdendo o interesse.

Como deve ser feito o planejamento do reforço?

Como cada aluno possui suas especificidades, já é de se imaginar a necessidade de fazer um planejamento de aula, concorda? Por isso, é fundamental que o professor faça um adequado para cada individualidade.

Para isso, confira um passo a passo sobre como planejar bem uma aula!

Conheça bem o aluno

O primeiro passo para montar uma boa aula de reforço escolar é conhecer o máximo possível sobre o aluno. É possível, num primeiro momento, fazer uma avaliação diagnóstica e entender o comportamento do estudante, preferências quanto às áreas de conhecimento, as dificuldades que julga ter etc.

Comece a primeira aula, por exemplo, fazendo algumas perguntas para ele. Busque entender questões como quais são as notas na escola, no que sente mais dificuldade, como costuma estudar, quais matérias mais gosta e, até mesmo, quais hobbies ele tem.

Considere, também, aplicar alguns exercícios simples e outros mais difíceis para observar como o aluno se comporta diante de um problema e qual é a velocidade de resolução.

Monte um plano de aulas

A partir das respostas do aluno e das suas observações, monte um plano de aulas considerando diversos fatores que possam influenciar na sua eficácia. Uma boa ideia é, após uma análise do caderno e das atividades de sala de aula, montar um cronograma de conteúdos.

Lembra dos hobbies? Pois, aqui, é possível usar essa informação a seu favor. Se o estudante demonstra gostar de música, por exemplo, é possível que construam, juntos, paródias que o auxiliem a memorizar o conteúdo. Já se ele adorar jogos de videogame, por que não “gamificar” os conteúdos, com quizzes? Use a criatividade!

Tenha um bom banco de questões

Não são raros os casos em que os alunos demonstram entender o conteúdo, mas não sabem aplicá-lo na resolução de questões. Por isso, é importante ter um bom banco de questões, com níveis variados de dificuldade, sendo possível observar as necessidades e habilidades do aluno.

Para isso, conte com plataformas de educação especializadas na área e que disponibilizam listas de questões prontas, o que pode facilitar muito seu trabalho.

Como a tecnologia pode ajudar?

A tecnologia é um componente motivacional para fazer o estudante recuperar o interesse pelos estudos e trabalhar de forma engajada nas suas dificuldades. Plataformas como o QMágico permitem que os professores elaborem atividades para uma interação mais prazerosa, com conteúdos e exercícios personalizados para o estudante trabalhar tanto na sala de aula quanto em casa.

Além disso, ferramentas como os Cadernos Digitais Inteligentes — que possuem recursos como aplicação de exercícios com correção automática e acompanhamento da evolução dos estudantes — permitem um controle mais eficiente do desempenho dos alunos.

Contrariamente ao estigma que carrega, o reforço escolar possui muitos benefícios, devendo ser considerado por qualquer pai, professor ou pedagogo, pois ele pode melhorar o processo de ensino-aprendizagem de um aluno.

Quer garantir ainda mais eficiência nas suas aulas? Entre em contato conosco, conheça a nossa ferramenta e descubra como isso é possível!

4 dicas para se preparar para o ano letivo de 2018

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Com a chegada do fim de ano, é sempre bom lembrar que, depois das festas e comemorações, você precisa se preparar para o ano letivo de 2018. E, quanto antes você puder começar o seu planejamento, melhor.

Há várias maneiras de se preparar, sendo que algumas delas variam um pouco de acordo com o ano letivo dos alunos em questão. Mas há várias atitudes gerais que você pode tomar para melhorar o início das aulas em 2018 para alunos, pais e professores.

Para ajudar nessa tarefa, trouxemos aqui 4 ideias que você pode usar para se preparar para o ano letivo. Acompanhe!

1. Monte uma recepção para pais e alunos

Acreditamos que uma boa forma de aproximar os alunos, os pais e a instituição de ensino é ter um evento de recepção logo antes do início das aulas. Uma grande reunião em que os profissionais da escola possam comentar um pouco sobre sua visão para o ano que se inicia, estimulando que os pais façam perguntas e as crianças comecem a interagir.

Lembre-se de que essa recepção não é uma palestra ou reunião. Tente evitar muitos detalhes e transmita apenas os pontos centrais, partindo para algo mais lúdico, como um filme ou rodas de conversas. Isso facilitará bastante o trabalho dos professores no começo do ano.

2. Faça aulas inaugurais interessantes

Ao se preparar para o ano letivo, você deve ter tentado imaginar como os professores poderiam capturar a atenção dos alunos nos primeiros dias. Uma forma de fazer isso é por meio de aulas inaugurais mais abertas, divertidas, não tão focadas no conteúdo bruto da grade curricular.

Sempre há algo interessante para se fazer em uma primeira aula, como explorar um evento histórico, montar um experimento químico ou usar geometria para fazer origamis. Com um pouco de imaginação, é possível passar uma boa imagem nos dias iniciais.

3. Divulgue os contatos mais importantes

Em qualquer instituição de ensino, é importante que a escola esteja aberta ao diálogo com os pais a qualquer momento. O mesmo vale para áreas como a coordenação, enfermagem, entre outros. Os responsáveis precisam ter um canal aberto para entrar em contato com você e sentirem-se, assim, mais seguros.

Dessa forma, ao se preparar para o ano letivo e para os seus desafios, tenha certeza de enviar tais informações para os pais de todos os alunos matriculados. Isso facilitará a solução de dúvidas no futuro, além de melhorar o seu contato com eles sempre que for necessário.

4. Tenha planos para engajar os alunos na escola

Ao desenvolver o calendário escolar, é sempre bom incluir alguns eventos que chamem a atenção dos seus alunos. Teatro, feiras de ciências, produção cinematográfica etc. Além de serem ótimas formas de chamar mais atenção para sua escola, elas também dão a alguns professores um foco no qual trabalhar suas aulas e conteúdos.

Agora que você tem essas dicas, é hora de usá-las para se preparar para o ano letivo de 2018. E se você quiser melhorar ainda mais o seu planejamento, nós podemos ajudá-lo. Entre em contato com a QMágico e veja como nossa plataforma de educação complementar pode auxiliar no seu trabalho!