Educação

Inteligência de Dados no processo pedagógico

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“Caso de sucesso – Como o qmágico ajuda o Colégio Boa Viagem através da Inteligência de Dados?”

Você sabe como o qmágico (atual Eduqo) vem ajudando os colégios?

Hoje, trouxemos uma conversa com a coordenadora Fernanda, do Colégio Boa Viagem (Recife), para contar um pouco mais da nossa parceria!

 

O Colégio Boa Viagem possui mais de 2.000 alunos do Ensino Infantil ao Ensino Médio. Dentro da Instituição mais de 90% dos alunos saem preparados para os vestibulares mais concorridos do Brasil, além de ter 100% de aprovação na universidade Cambridge e ter ganhado o prêmio em 2015 da PNGE de Gestão Educacional.

 

Como o qmágico ajuda o Colégio Boa Viagem?

A Coordenadora Fernanda comentou que a parceria do Colégio Boa Viagem e qmágico ajuda muito na otimização e elaboração dos conteúdos.

Todo início de ano é realizado uma sondagem, que é a nossa Avaliação Diagnóstica, a fim de observar os principais conteúdos com maior nível de defasagem entre os alunos.

Junto com o relatório geral dos alunos, é também enviado um diagnóstico individual, que só é possível registrar através da Inteligência da dados, mostrando as suas principais defasagens com relação aos conteúdos estudados no ano passado. Com isso, o relatório do desempenho para a família fica instantâneo.

Baseado no relatório da Avaliação Diagnóstica foi criado um projeto dentro do Colégio que reúne grupos de alunos focais, chamado de CBV+,

Assim, eles conseguem personalizar o conteúdo com baixo desempenho para esses alunos.

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Qual o problema que o CBV+ está resolvendo?

Hoje o CBV+ ajuda muito no desenvolvimento do aluno, pois é possível preencher aquela ‘lacuna’ que ficou faltando no bimestre anterior. E esse desenvolvimento não seria possível sem o qmágico.

Por meio do qmágico é feito todo mapeamento adequado para entender qual conteúdo é necessário retomar, sendo possível enxergar aqueles tópicos que foram trabalhados no início, mas que só foram diagnosticados com defasagem depois de um período de tempo.

 Como era antes e como é agora?

No passado o CBV+ era chamado de aulas extras que se resumiam em aulas expositivas. Atualmente este projeto tem evoluído bastante, os professores não se limitam ao espaço de sala de aula com quadro. As aulas hoje são variadas entre ambientes desde o tradicional até a famosa sala que induz o Ensino Híbrido. As variações são feitas por rotações e mudam a cada 4 aulas dadas. Nesse modelo é permitido que o professor seja mais autônomo em suas atividades e atue como intermediador. Desta forma é possível a promoção do protagonismo e do aprendizado mútuo.

Como é o engajamento dos alunos no projeto CBV+?

Tudo é uma questão de conquistar o aluno. Ele precisa entender que aquele conteúdo irá fazer diferença em sua vida. Com o envolvimento do aluno no projeto  é possível enxergar a sua evolução, deixando claro o impacto promovido pelo CBV+.

O modo como o CBV+ consegue personalizar o ensino e trazer o aluno cada vez mais perto do Colégio é muito mais valioso. O projeto permite sanar algumas defasagens encontradas ao longo do ano, de modo não tradicional, mas algo que conversa exatamente com a linguagem do aluno, que é usando a tecnologia.

 

O que a família enxerga de benefício?

É evidente que todas as novidades com relação a parte de melhoria pedagógica são bem aceitas e aprovadas pelos pais. Nas reuniões há um maior engajamento e exata percepção dos pais quanto a evolução de seus filhos.

Além disso, o Colégio possui uma agenda eletrônica de acompanhamento, ou seja, ele consegue analisar se seu filho foi pra aula e quais conteúdos foram trabalhado naquele dia.

Logo, os pais conseguem entender se o aluno realmente mergulhou de cabeça no conteúdo, se ele procurou o professor fora do horário de aula e se ele está interessado no que vem sendo oferecido.

 

Como isso ajuda na fidelização de alunos?

O projeto ainda é bem novo, não é possível ter uma certeza com exatidão do quanto ela ajuda nesse processo de fidelização. Porém, Fernanda comenta que é algo que o Colégio oferece e que é muito bem recebido tanto pelos pais quanto pelos  alunos. Portanto, o colégio continuará pelos próximos anos personalizando e identificando as dificuldades dos alunos e sanando as deficiências ao longo do seu período escolar.

E você, educador, tem incentivado a personalização do ensino por meio da tecnologia?

 

Larissa Almeida, produtora de conteúdo no qmágico.

Como a inteligência artificial pode otimizar o aprendizado nas escolas?

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A inteligência artificial (IA) pode ser definida como algoritmos que operam em softwares que, analisando o contexto no qual estão inseridos, conseguem tomar decisões para alcançar um objetivo preestabelecido. Esses programas podem ser aplicados em diversas situações, como na solução de problemas ou na exibição inteligente de conteúdos.

Na sala de aula, a IA atua no mapeamento das dificuldades dos alunos em determinadas disciplinas e, a partir disso, elabora conteúdos especializados para o seu treinamento. Alguns softwares já são capazes de antecipar os obstáculos de aprendizagem que os estudante possa vir a ter, baseado no perfil desse jovem.

Além disso, muitos softwares já oferecem uma interface de diálogo, de forma que os alunos possam tirar dúvidas por meio de perguntas feitas diretamente para a máquina, sem precisar da interação com o professor. Confira, a seguir, os benefícios dessa tecnologia para otimizar o aprendizado nas escolas.

Promove a inovação

Com a inteligência artificial, as instituições de ensino podem oferecer aos alunos uma plataforma personalizada, com vídeos, textos e exercícios, criados conforme as preferências e deficiências de cada estudante. Essa inovação permite revolucionar a experiência de aprendizado por meio de uma plataforma integrada e inteligente, onde cada aluno tem a oportunidade de aprender no seu ritmo e de maneira customizada.

Facilita o cotidiano

Essa tecnologia é capaz de criar alertas para os alunos sobre a necessidade de estudar ou reforçar os conteúdos, associando essas informações ao tempo que resta até a próxima prova, por exemplo. Isso facilita o cotidiano de professores e alunos, que podem se organizar melhor.

As informações referentes a todas as atividades realizadas também podem ser reunidas em relatórios, o que permite ao professor saber quem fez o dever, em qual horário e com qual taxa de acertos. Com o passar do tempo, é possível reunir informações sobre a rotina de estudos de todos.

Proporciona a autonomia

As plataformas personalizadas dão mais autonomia aos alunos, possibilitando que eles estudem de acordo com suas necessidades e afinidades. Dessa forma, eles têm condições de avaliar o próprio desempenho e planejar os estudos de forma particular. Isso permite que o caminho para o aprendizado seja menor e sempre baseado em talentos, preferências e necessidades individuais.

Melhora o desempenho escolar

Os sistemas oferecem aos alunos uma espécie de guia em tempo integral, com os tutores virtuais. Isso leva o aprendizado para fora dos limites da sala de aula, aumentando a possibilidade de o aluno aprender ao longo do ano por meio de projetos do seu interesse.

Assim, a tendência é que os estudantes desenvolvam entusiasmo pelos estudos e melhorem o desempenho escolar. Além disso, os professores podem montar grupos de discentes com as mesmas dificuldades e, até mesmo, criar novos desafios para aqueles mais avançados.

A inteligência artificial pode ser aplicada nas escolas por meio de softwares educacionais, para acompanhar o dia a dia dos alunos em sala de aula. Para complementar o cotidiano dos professores, existem plataformas que analisam a evolução dos estudantes, garantindo um grande ganho de tempo para ambos, pois permite a realização de várias atividades diretamente pela plataforma, como a realização de deveres de casa e provas.

Gostou das vantagens que a tecnologia oferece para a sala de aula? Então, que tal conhecer o QMágico e aproveitar todas as suas vantagens?

5 dicas de como utilizar as redes sociais para captação de alunos

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A captação de alunos por meio das redes sociais é uma possibilidade cada vez mais comum, embora esbarre no desconhecimento dos profissionais do setor de educação. Com estratégias certas, o uso de canais adequados e com um conteúdo interessante é possível atrair mais gente interessada.

Nós vamos mostrar neste post, por meio de 5 dicas, como captar alunos de maneira eficiente usando essas redes sociais com a comunicação e abordagem adequadas. Confira!

1. Use os melhores canais

Os diferentes ambientes de redes sociais causam dúvidas: qual deles é o mais adequado para instituições de ensino? Bem, essa resposta depende da criação de conteúdo, mas também de qual desses ambientes é mais acessado.

Pensando na comunicação com o adolescente de 13 a 17 anos, o YouTube é utilizado por 85% deles. O Instagram vem em segundo, com o Facebook um pouco mais atrás. Essas redes sociais oferecem espaços para campanhas com alta capacidade de engajar, conseguindo visibilidade ampla e despertando interesse.

No YouTube, gerencie um canal com vídeos institucionais e sobre atividades da escola. No Facebook, mescle texto, vídeos e fotos. Já no Instagram, use a função Stories para mostrar o dia a dia da instituição.

2. Gere conteúdo interessante e de qualidade

No Instagram, no YouTube e no Facebook, é preciso gerar conteúdo capaz de chamar atenção, tratando de temas de interesse do público, além de gerar algo de qualidade, que realmente agregue. Somente assim vai ser possível criar uma identificação, atraindo o público para essas páginas.

Histórias sobre a instituição de ensino, conteúdos sobre aulas, registro em tempo real de atividades usando as lives e uma série de outros conteúdos têm ótimas chances de engajar.

O interessante é mostrar-se atento a assuntos atuais, ter uma postura que se comunique bem com o público-alvo e mostrar o que pode ser oferecido, justificando uma matrícula na sua escola.

3. Conheça seu público

A captação de alunos depende também de conhecer inteiramente com quem você vai se comunicar nas redes sociais. São, de fato, os alunos em potencial ou são os pais que precisam ser atingidos? Esses dois perfis estarão atentos aos seus canais, então é ideal trabalhar visando ambos.

A melhor maneira de definir essas características é criando personas, ou seja, figuras fictícias que reúnem os perfis de seus consumidores. Isso ajuda a direcionar as campanhas, os conteúdos e até mesmo a abordagem na hora de conduzir as redes sociais da instituição.

As personas podem ser geradas com informações extraídas de pesquisas ou até mesmo de observações. Em qualquer dos métodos utilizados, é importante usar como parâmetro o público da escola, sejam pais, sejam alunos.

4. Segmente suas campanhas

A segmentação é o que vai permitir que seus anúncios e campanhas em redes sociais sejam direcionados exatamente para quem você quer. Dessa forma, é possível conseguir uma audiência qualificada, ou seja, ter como seguidores somente pessoas que têm interesse no que você divulga.

Os parâmetros de segmentação podem ser feitos com base em dados de consumo, de localização, de idade, preferências e outras questões relevantes. Isso garante que você vai falar com as pessoas certas, tendo mais chances de converter esse trabalho em matrículas.

5. Use a comunicação adequada

Tão importante quanto saber com quem você fala, é fazer isso da forma adequada. As personas devem direcionar a linguagem e a abordagem que você usa nessas redes sociais, pois só assim seus seguidores se sentirão compreendidos.

Essa comunicação também abrange o espaço dado aos alunos para que eles interajam com as publicações da página. Isso gera engajamento, fazendo com que esses canais se desenvolvam cada vez mais, captando mais pessoas interessadas.

É importante ter uma linguagem apropriada, que se comunique com o jovem de maneira genuína, sem forçar muito, mas também se fazendo entender e se mostrando próximo a eles. Essa assertividade cria um relacionamento positivo, gerando o interesse.

A captação de alunos pelas redes sociais é necessária, mostrando resultados positivos, tendo em vista o uso crescente dessas plataformas. Com essas dicas você vai fortalecer sua estratégia e conseguir mais matrículas.

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Educação baseada em competências: como implantar na prática?

educacao-baseada-em-competencias-como-implantar-na-pratica.jpegAtualmente, já existe o modelo de ensino que valoriza mais a proficiência dos alunos do que o tempo que eles gastam em sala de aula — é a chamada educação baseada em competências (EBC). Ela analisa a evolução do estudante sem considerar o tempo gasto durante o aprendizado.

Embora ainda esteja se popularizando, o conceito foi sugerido durante a década de 1960, quando os colégios dos Estados Unidos quiseram entender se os estudantes estavam realmente assimilando as habilidades fundamentais à vida fora dos limites da escola. Ainda hoje, instituições do mundo inteiro procuram maneiras de mensurar, com eficiência, o sucesso e o desenvolvimento dos alunos.

Confira, a seguir, as principais características desse tipo de educação e entenda como o modelo pode ser aplicado na prática. Boa leitura!

Tempo variável

Como apontamos, a educação baseada em competências é um modelo que dá mais importância ao conhecimento do que ao tempo em sala de aula. Os modelos de aprendizagem tradicionais, em geral, apresentam um tempo fixo em classe e a avaliação da compreensão das matérias pode variar e ser baseada em, por exemplo, uma prova final.

O modelo da EBC funciona de maneira inversa: O avanço do estudante é baseado na compreensão das habilidades ou nos conhecimentos adquiridos com os estudos. Dessa forma, o aprendizado ocorre em tempos variáveis, podendo, até mesmo, acontecer mais rapidamente.

Conteúdos mais personalizados

A abordagem da EBC é totalmente personalizada e respeita o ritmo de cada estudante, sendo uma ótima opção até mesmo para os alunos adultos que precisam conciliar os estudos com as exigências de outras esferas da vida.

Nesse método, os professores se transformam em mentores, que se encontram regularmente com os estudantes para garantir que eles estejam evoluindo nos estudos. Os docentes podem, ainda, dividir a turma em pequenos grupos e oferecer um acompanhamento ainda mais particular, de forma que todos assimilem o conteúdo. As atividades avaliativas podem ser aplicadas de acordo com o ritmo dos grupos ou individualmente.

Alunos mais bem-sucedidos

Nesse sentido, os professores se concentram no que os alunos precisam, de fato, dominar. As avaliações passam a valorizar comportamentos ou resultados que comprovem o completo entendimento de um conceito, por exemplo. Os educadores podem se tornar, além de mentores, conselheiros e orientadores para contribuir ativamente para o sucesso das crianças e dos jovens.

Além disso, os estudantes são mais bem capacitados para o futuro — seja em uma graduação ou no mercado de trabalho, afinal, todas as competências aprendidas são muito importantes para o aprendiz.

Na prática, a educação baseada em competências pode ser implementada por meio de plataformas para educação, que criam ambientes onde o aluno pode praticar as suas habilidades. Ao estudar de forma on-line, é possível realizar provas sob demanda, no momento em que os estudantes se sentirem prontos para a avaliação.

Essas plataformas também permitem que a aprendizagem seja contínua e flexível, com ciclos de feedbacks para identificar o progresso dos discentes.

Gostou dos benefícios e das facilidades que a tecnologia oferece para a educação? Então, que tal conhecer o QMágico e aproveitar todas as suas vantagens?

5 estratégias essenciais para melhorar o desempenho dos alunos

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O mau desempenho dos alunos nem sempre significa falta de comprometimento com o processo de aprendizagem. Em diversas situações, o problema se concentra na forma com que o docente conduz a sua aula.

Sem a metodologia de ensino adequada e planejamento pedagógico baseado em resultados, a tendência é que os educandos não se envolvam nas aulas e as achem desinteressantes. Diante disso, decidimos reunir, neste post, 5 estratégias que podem ajudar o educador a melhorar o desempenho dos discentes. Para conferir, continue a leitura!

1. Invista em tecnologia

Graças aos avanços tecnológicos, o fácil acesso ao conhecimento se tornou uma realidade. Com todas as respostas que se deseja encontrar sobre um assunto a um clique de distância dos estudantes, as aulas tradicionais — em que os docentes ficam na posição de detentores de todo o saber — deixaram de ser relevantes no sistema de ensino.

Dessa forma, o educador precisa aprender a utilizar a tecnologia a seu favor. Uma boa forma de fazer isso é pedir para que os alunos levem para a sala de aula as ferramentas digitais que são usadas por eles fora da escola e, transformá-las em instrumentos de aprendizagem.

Para tirar a ideia do papel, o professor pode:

  • usar o interesse pelas redes sociais e criar um grupo em que é possível sanar dúvidas, enviar avisos, compartilhar materiais interessantes, adiantar conteúdos etc;
  • criar um blog e pedir que os alunos o alimentem com textos de autoria própria;
  • usar músicas para facilitar o aprendizado nas aulas de língua estrangeira;
  • incentivar a criação de paródias para memorização de conteúdos complexos.

2. Adote a técnica aranha

Semelhante ao mapa mental, a técnica aranha conquista estudantes e educadores por onde passa. Para colocá-la em prática, o professor deve:

  1. desenhar o corpo de uma aranha no quadro;
  2. circular o tema central da aula;
  3. escrever nas pernas da aranha todas as palavras-chave necessárias para total compreensão do assunto.

É importante ressaltar que cada ideia precisa, obrigatoriamente, ser expressa sinteticamente em uma ou duas palavras, para facilitar a memorização dos conceitos.

3. Empregue atividades de aplicação prática do conteúdo

Se o objetivo é melhorar o desempenho dos alunos, é indispensável motivá-los a querer aprender. Para isso, é fundamental relacionar as informações presentes nos livros às situações da vida real. Pois, desse modo, eles conseguirão entender que o que se aprende na escola tem utilidade fora dela.

Sendo assim, nas aulas de matemática, o professor pode propor uma atividade de observação em relação às condições de pagamento e juros das lojas que os educandos costumam frequentar.

Por outro lado, nas aulas de português, o educador pode optar pela observação das normas gramaticais em revistas e blogs, deixando a aula muito mais envolvente.

4. Aplique metodologias de ensino diferentes

Quanto mais avançamos como sociedade, mais indispensável se torna o abandono de práticas educacionais que enxergam o aluno como algo vazio que precisa ser preenchido pelo conteúdo ministrado pelo docente.

Nesse sentido, é fundamental que o professor adote metodologias de ensino colaborativas e cooperativas de aprendizagem, com mediação dos próprios educandos, como a sala de aula invertida. Pois, não se pode desconsiderar a bagagem cultural e os conhecimentos prévios dos alunos.

5. Acompanhe o desempenho dos alunos

Realizar um acompanhamento do progresso de cada discente é essencial para verificar se os métodos utilizados pelo professor estão atingindo os objetivos previstos no plano pedagógico.

Esse tipo de avaliação diagnóstica ajuda tanto o docente quanto o estudante a entender sua evolução. Além disso, a partir dos resultados, é possível analisar quais são as lacunas e dificuldades de aprendizagem dos estudantes, o que deu certo e o que deu errado em cada turma e, por fim, traçar estratégias de ensino mais eficazes.

A verdade é que não existe fórmula mágica para se obter a melhora do desempenho dos alunos. No entanto, adotando algumas estratégias, refletindo periodicamente sobre as práticas educacionais e acompanhando os resultados dos discentes, é possível planejar mudanças que impactem a performance dos professores e dos educandos.

Gostou do post? Esperamos que essas estratégias ajudem você a melhorar o desempenho dos alunos. Para ficar por dentro de mais conteúdos como este, não deixe de seguir a gente nas redes sociais, estamos no Facebook e no YouTube!